A apuração para o Conselho Federal de Psicologia (CFP) chegou ao final.
Deu Cuidar da Profissão na cabeça, a categoria apostou em mais três anos de gestão para o grupo que mudou a história da psicologia no Brasil.
Os números definitivos:
Chapa 21 - Cuidar da Profissão: 33.321;
Chapa 22 - Fortadecer a Profissão: 30.860
O Cuidar da Profissão também conquistou a maioria dos CRPs, a Bahia é um deles.
Plenária XIII do Conselho Regional de Psicologia–03 (BAHIA) | Gestão 2010-2013
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Vitória do Cuidar da Profissão Bahia
Deu a lógica: O Cuidar da Profissão foi vitorioso na eleição para o Conselho Regional de Psicologia da Bahia e na consulta para o Conselho Federal de Psicologia.
Foi uma vitória maiúscula com uma frente de 300 votos, numa clara declaração de confiança da categoria.
Para conferir o resultado oficial da eleição click aqui: Resultado das eleições
Em breve mais notícias das eleições.
Aguardem as fotos e os vídeos da grande vitória do Cuidar da Profissão
Foi uma vitória maiúscula com uma frente de 300 votos, numa clara declaração de confiança da categoria.
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Eleições, Democracia, Gestão e Direitos Humanos
A campanha para as eleições do sistema conselhos está chegando a sua reta final, esta campanha tem se configurado como um momento para exame da atual gestão, especialmente porque parte do/as conselheiros e conselheiras atuais estão se recandidatando para avançar nas conquistas realizadas pela gestão 2007/2010. Nesse sentido muitos questionamentos e críticas vêm sendo realizados sobre as decisões que foram tomadas até aqui pela gestão, sobretudo no que tange a defesa intransigente/irrevogável dos Direitos Humanos. O argumento principal dessas criticas é que a escolha pela ênfase nos Direitos Humanos afasta o conselho das práticas típicas da psicologia e que isso não expressa o desejo da maioria da categoria, configurando então uma gestão autoritária e sectária em face da diversidade da psicologia; afirma-se também que em conseqüência da ênfase nos Direitos Humanos a psicologia vem perdendo espaço no mercado de trabalho, há até aqueles que chegam a questionar a cientificidade do nosso discurso.Essa hipótese é leviana e equivocada por diversos motivos que passo agora a expor:
1. É equivocada pela pressuposição de autoritarismo. Quando a chapa “mobilizar pra cuidar da profissão” se candidata em 2007, e assume a gestão do CRP/03, ela o faz através de um processo eleitoral, onde duas chapas concorrem com ampla exposição de idéias e propostas - http://mobilizar12.blogspot.com/ , saindo vencedora de acordo com as regras eleitorais então estabelecidas. Ora, cada voto depositado na urna pelo conjunto de psicólogas e psicólogos da Bahia e Sergipe significa uma outorga, uma procuração, uma delegação, uma incumbência, enfim um mandato dado não apenas às pessoas que pleiteavam o cargo, mas a um conjunto de propostas (insisto, amplamente divulgadas) que foram executadas ipisis literis pela gestão 2007-2010;
2. É equivocada também por entender a ênfase nos Direitos Humanos como escolha. Nada poderia ser mais equivocado, qualquer psicólogo/a sabe, e não nos é dado o direito de desconhecer, que o norte das nossas práticas é a Declaração Universal dos Direitos Humanos e isso por um imperativo, expresso desde as primeiras páginas do nosso Código de ética
3. É equivocada pela concepção de Direitos Humanos que professa. Quando se afirma que a defesa dos Direitos Humanos é algo louvável, mas completamente inespecífico da prática da psicologia e, portanto, fora do escopo das preocupações do sistema conselhos, e que consequentemente, a psicologia tem perdido espaços de trabalho, parte-se da premissa de que a defesa dos Direitos Humanos se confunde com ações assistencialistas do tipo distribuição de preservativos, agasalhos ou sopas; desse ponto de vista também concordamos que nada há de específico para a psicologia, mas a concepção de Direitos Humanos posta em ação pelo nosso grupo está calcada no reconhecimento que a dimensão racial, de gênero, a orientação sexual, o estigma associado a condição prisional, o desemprego, a exclusão, a injustiça social impactam diretamente a construção da subjetividade e em alguns casos produz sofrimento mental e adoecimento, e há diversos marcos teórico-conceituais que ratificam essa última afirmação, bastando para isso acessar as produções teóricas nesse campo.
4. Por fim, é equivocada também e pela concepção de psicologia e de Conselho que a subsidia, o que leva a afirmação de que perdemos espaço no mercado de trabalho. Isso também não é verdade, se em nossas práticas tradicionais, (clínica, organizacional, escolar, trânsito) já somos frequentemente interpelados a auxiliar em decisões de concessão de guarda de crianças por casais homossexuais, parecer sobre situações de violência contra crianças e adolescentes, demissão, afastamento do trabalho, reprovação de alunos e alunas, todas essas práticas em que não podemos nos esquivar de uma reflexão sobre os direitos desses cidadãos e cidadãs, temos visto surgir uma série de campos de atuação com foco explícito nos Direitos Humanos como Centros de Referencia em Assistência Social (CRAS), NUDHs, Centros de Referencia no Combate a Homofobia entre outros. Ocorre que a psicologia pensada pelos nossos críticos é uma psicologia conservadora, individualista e disciplinar que pensa sua atuação de modo isolado, e teme a interdisciplinaridade (e este é um paradigma que expressa radicalmente a pluralidade da psicologia) interpretando-a como perda de espaço no mercado de trabalho... Daí decorre a ideia, também equivocada, de que os conselhos devem ser órgãos corporativistas destinados a cuidar mais dos interesses individuais do/as psicólogo/as que da sociedade usuária dos nossos serviços. Esse último discurso, embora possa parecer simpático, é leviano, porque ignora propositalmente a lei que institui os conselhos, nela está explícito que a função precípua do Conselho é zelar pela observância dos princípios éticos da profissão, fiscalizar e disciplinar o fazer do/as psicólogo/as, e por mais que essa afirmação pareça antipática não estamos dispostos a fazer propaganda eleitoreira e demagógica, pautada em sofismas apenas para ganhar as eleições. Portanto, colegas, queremos reafirmar que a discussão das condições de trabalho da psicologia não prescinde da discussão dos Direitos Humanos, que o diálogo coma sociedade, com o Estado e com a categoria continuará pautado, se eleito/s formos, na ética, na interdisciplinaridade e na busca da superação de paradigmas individualistas e conservadores que colocaram ao longo dos anos a psicologia como guardiã de uma ordem injusta e desumana. Para avançar num projeto de psicologia que contenha em si um projeto de paz, de justiça social, de democracia para todos e todas no dia 27 de agosto no regional vote 12 e no federal faça um 21.
1. É equivocada pela pressuposição de autoritarismo. Quando a chapa “mobilizar pra cuidar da profissão” se candidata em 2007, e assume a gestão do CRP/03, ela o faz através de um processo eleitoral, onde duas chapas concorrem com ampla exposição de idéias e propostas - http://mobilizar12.blogspot.com/ , saindo vencedora de acordo com as regras eleitorais então estabelecidas. Ora, cada voto depositado na urna pelo conjunto de psicólogas e psicólogos da Bahia e Sergipe significa uma outorga, uma procuração, uma delegação, uma incumbência, enfim um mandato dado não apenas às pessoas que pleiteavam o cargo, mas a um conjunto de propostas (insisto, amplamente divulgadas) que foram executadas ipisis literis pela gestão 2007-2010;
2. É equivocada também por entender a ênfase nos Direitos Humanos como escolha. Nada poderia ser mais equivocado, qualquer psicólogo/a sabe, e não nos é dado o direito de desconhecer, que o norte das nossas práticas é a Declaração Universal dos Direitos Humanos e isso por um imperativo, expresso desde as primeiras páginas do nosso Código de ética
3. É equivocada pela concepção de Direitos Humanos que professa. Quando se afirma que a defesa dos Direitos Humanos é algo louvável, mas completamente inespecífico da prática da psicologia e, portanto, fora do escopo das preocupações do sistema conselhos, e que consequentemente, a psicologia tem perdido espaços de trabalho, parte-se da premissa de que a defesa dos Direitos Humanos se confunde com ações assistencialistas do tipo distribuição de preservativos, agasalhos ou sopas; desse ponto de vista também concordamos que nada há de específico para a psicologia, mas a concepção de Direitos Humanos posta em ação pelo nosso grupo está calcada no reconhecimento que a dimensão racial, de gênero, a orientação sexual, o estigma associado a condição prisional, o desemprego, a exclusão, a injustiça social impactam diretamente a construção da subjetividade e em alguns casos produz sofrimento mental e adoecimento, e há diversos marcos teórico-conceituais que ratificam essa última afirmação, bastando para isso acessar as produções teóricas nesse campo.
4. Por fim, é equivocada também e pela concepção de psicologia e de Conselho que a subsidia, o que leva a afirmação de que perdemos espaço no mercado de trabalho. Isso também não é verdade, se em nossas práticas tradicionais, (clínica, organizacional, escolar, trânsito) já somos frequentemente interpelados a auxiliar em decisões de concessão de guarda de crianças por casais homossexuais, parecer sobre situações de violência contra crianças e adolescentes, demissão, afastamento do trabalho, reprovação de alunos e alunas, todas essas práticas em que não podemos nos esquivar de uma reflexão sobre os direitos desses cidadãos e cidadãs, temos visto surgir uma série de campos de atuação com foco explícito nos Direitos Humanos como Centros de Referencia em Assistência Social (CRAS), NUDHs, Centros de Referencia no Combate a Homofobia entre outros. Ocorre que a psicologia pensada pelos nossos críticos é uma psicologia conservadora, individualista e disciplinar que pensa sua atuação de modo isolado, e teme a interdisciplinaridade (e este é um paradigma que expressa radicalmente a pluralidade da psicologia) interpretando-a como perda de espaço no mercado de trabalho... Daí decorre a ideia, também equivocada, de que os conselhos devem ser órgãos corporativistas destinados a cuidar mais dos interesses individuais do/as psicólogo/as que da sociedade usuária dos nossos serviços. Esse último discurso, embora possa parecer simpático, é leviano, porque ignora propositalmente a lei que institui os conselhos, nela está explícito que a função precípua do Conselho é zelar pela observância dos princípios éticos da profissão, fiscalizar e disciplinar o fazer do/as psicólogo/as, e por mais que essa afirmação pareça antipática não estamos dispostos a fazer propaganda eleitoreira e demagógica, pautada em sofismas apenas para ganhar as eleições. Portanto, colegas, queremos reafirmar que a discussão das condições de trabalho da psicologia não prescinde da discussão dos Direitos Humanos, que o diálogo coma sociedade, com o Estado e com a categoria continuará pautado, se eleito/s formos, na ética, na interdisciplinaridade e na busca da superação de paradigmas individualistas e conservadores que colocaram ao longo dos anos a psicologia como guardiã de uma ordem injusta e desumana. Para avançar num projeto de psicologia que contenha em si um projeto de paz, de justiça social, de democracia para todos e todas no dia 27 de agosto no regional vote 12 e no federal faça um 21.
Entre Discursos e Falácias
As eleições para o sistema conselhos é um fato. Diante da grande perspectiva de vitória do Cuidar da Profissão, diversos discursos mentirosos vem sendo ventilados pelas chapas de oposição. Não é de hoje que aqueles que não tem propostas utilizam das estratégias mais obscuras para confundir aqueles que encontram-se mais afastados das questões do sistema conselhos.
O Cuidar da Profissão pede licença, na lucidez, parcimônia e elegância do candidato a Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, para esclarecer diversas calúnias que estão sendo sistematicamente veiculadas. Lembrando também que a maoria daqueles que hoje criticam as novas resoluções, foram protagonistas como representantes dos Conselhos Regionais que respondiam à época das contruções dessas resoluções.
Dia 27 vote Chapa 12 para o Conselho Regional de Psicologia 03
Dia 27 vote Chapa 21 para o Conselho Federal de Psicologia
Vote no presente naqueles que se preocupam com o futuro da profissão.
A seguir o vídeo com Humberto Verona.
O Cuidar da Profissão pede licença, na lucidez, parcimônia e elegância do candidato a Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, para esclarecer diversas calúnias que estão sendo sistematicamente veiculadas. Lembrando também que a maoria daqueles que hoje criticam as novas resoluções, foram protagonistas como representantes dos Conselhos Regionais que respondiam à época das contruções dessas resoluções.
Dia 27 vote Chapa 12 para o Conselho Regional de Psicologia 03
Dia 27 vote Chapa 21 para o Conselho Federal de Psicologia
Vote no presente naqueles que se preocupam com o futuro da profissão.
A seguir o vídeo com Humberto Verona.
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